Ganhei a Amy do meu irmão. Ela só tinha 2 meses e tomava leite para bebês recém nascidos (Nan). Era tão pequena que dormia dentro de um chapéu de frio que eu tinha. Amy foi minha alegria e companheira por 14 anos. Até que, já idosinha, teve doença do carrapato pela segunda vez e não resistiu. Quando vi ela partir, um pedaço do meu coração foi com ela. Amy foi descansar com sua mantinha preferida e seu “chapeuzinho”.
Fiz uma tatuagem de uma patinha dentro de um coração escrito: Amy, sempre comigo”
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