Preservação digital: o que é e por que importa

A preservação digital é essencial para garantir que arquivos digitais continuem acessíveis ao longo do tempo. Fotos, vídeos, áudios e documentos podem parecer seguros, no entanto, sem cuidados adequados se perdem.

Por isso, ao longo deste texto, você encontra materiais gratuitos criados pelo Museu da Pessoa para apoiar quem quer começar agora a preservar suas memórias e acervos digitais. 

Esses conteúdos também foram distribuídos para participantes da Oficina de Preservação de Acervos Digitais, realizada em quatro cidades do estado de São Paulo, com o apoio dos Núcleos Museu da Pessoa.

O que é preservação digital

É o conjunto de práticas que mantêm arquivos acessíveis, íntegros e compreensíveis no futuro. Ou seja, não basta salvar um arquivo em um computador ou na nuvem.

É preciso organizar pastas, nomear corretamente os arquivos, fazer cópias de segurança e escolher formatos mais estáveis. Dessa forma, o conteúdo continua acessívell com o passar do tempo.

Oficina Preservação digital de acervos no Núcleo Magma (Botucatu -SP)

Por que a preservação digital é importante

Antes de tudo, porque o digital também se perde. HDs falham. Celulares quebram. Plataformas deixam de existir. Além disso, cada vez mais registros importantes já nascem digitais.

Sem preservação digital, memórias pessoais, documentos institucionais e acervos culturais desaparecem. Por outro lado, com práticas simples, é possível garantir acesso contínuo e seguro no futuro.

Pensando nisso, o Museu da Pessoa produziu um folheto que oferece um panorama acessível e prático sobre preservação digital: conceitos básicos, algumas práticas de backup, formatos recomendados, para garantir que suas memórias e informações sejam acessíveis no futuro.

Por que preservar as fitas magnéticas?

Mesmo com o avanço do digital, muitas histórias continuam guardadas em fitas magnéticas, como VHS, Betacam e MiniDV. O problema é que esses suportes se degradam com o tempo.

Além disso, os equipamentos para reprodução estão cada vez mais raros. Por isso, preservar fitas envolve cuidar do suporte físico e digitalizar corretamente o conteúdo. Depois disso, entra novamente a preservação digital dos arquivos gerados.

Assim, o Museu da Pessoa criou um material que apresenta os formatos mais encontrados de fita magnética (VHS, Betacam, MiniDV, etc.), seus principais riscos de degradação e boas práticas de conservação e digitalização.


Este material foi realizado com recursos do Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.