a:1:{i:0;a:3:{s:2:"id";s:6:"138233";s:6:"titulo";N;s:8:"conteudo";s:1942:"Nasci em 17/03/2006.
Cidade de Blumenau-SC, no Hospital Santa Isabel.
Uma neném que foi chamada de 'cabeluda' assim que nasceu, os fios pretos e lisos eram nítidos desde o primeiro segundo. Uma menina que era aguarda pelos seus pais e seu irmão, com muita ansiedade.
Desde pequena, uma menina decidida, sabia bem o que queria... e se não conseguia na hora sempre dava um jeitinho de conquistar. Minha mãe sempre conta que na época da creche/escola não se preocupou com a fase da adaptação.
EU exigi ir para a creche, fiz a minha própria bolsa e disse que iria estudar! E foi assim que eu comecei a fase de estudante, ia para a creche toda agitada. Brincava com todos, e ainda ajudava as profes com outras turmas menores.
Quando chegou a fase do ensino fundamental, eu já queria aprender a ler antes da escola, fazia competição de quem falava o alfabeto mais rápido... até arriscava escrever meu nome em letra cursiva, SIM, uma menininha teimosa e ligeira!!!
Quando eu entrei no ensino médio, cheguei um pouco mais receosa. Tinha acabado de passar uma pandemia com apenas 15 anos de idade, não conhecia ninguém que iria para a escola nova, e estava com medo das novas responsabilidades. Desde sempre eu dei o meu jeitinho pra tudo, logo estava acostumada com tudo, amizade feita e rotina nova. Eu era apenas uma estudante, sem muitos problemas para a vida. A maior preocupação era fazer os trabalhos, descobrir o lanche do intervalo e sair pontualmente direto pra casa... chegar atrasada sim, mas sair tarde? Nunca!
Eu era assim, mas de certa forma a gente nunca abandona aquilo que somos.
O nosso eu do presente é sempre um reflexo do nosso passado, e com certeza, eu só tenho a agradecer por cada passo que eu dei.
Entre erros e acertos, sem a minha história, eu com certeza não seria quem eu sou hoje. Um muito obrigada para a pequena Grazi, que estaria orgulhosa de quem...
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a:1:{i:0;a:3:{s:2:"id";s:6:"138233";s:6:"titulo";N;s:8:"conteudo";s:1942:"Nasci em 17/03/2006.
Cidade de Blumenau-SC, no Hospital Santa Isabel.
Uma neném que foi chamada de 'cabeluda' assim que nasceu, os fios pretos e lisos eram nítidos desde o primeiro segundo. Uma menina que era aguarda pelos seus pais e seu irmão, com muita ansiedade.
Desde pequena, uma menina decidida, sabia bem o que queria... e se não conseguia na hora sempre dava um jeitinho de conquistar. Minha mãe sempre conta que na época da creche/escola não se preocupou com a fase da adaptação.
EU exigi ir para a creche, fiz a minha própria bolsa e disse que iria estudar! E foi assim que eu comecei a fase de estudante, ia para a creche toda agitada. Brincava com todos, e ainda ajudava as profes com outras turmas menores.
Quando chegou a fase do ensino fundamental, eu já queria aprender a ler antes da escola, fazia competição de quem falava o alfabeto mais rápido... até arriscava escrever meu nome em letra cursiva, SIM, uma menininha teimosa e ligeira!!!
Quando eu entrei no ensino médio, cheguei um pouco mais receosa. Tinha acabado de passar uma pandemia com apenas 15 anos de idade, não conhecia ninguém que iria para a escola nova, e estava com medo das novas responsabilidades. Desde sempre eu dei o meu jeitinho pra tudo, logo estava acostumada com tudo, amizade feita e rotina nova. Eu era apenas uma estudante, sem muitos problemas para a vida. A maior preocupação era fazer os trabalhos, descobrir o lanche do intervalo e sair pontualmente direto pra casa... chegar atrasada sim, mas sair tarde? Nunca!
Eu era assim, mas de certa forma a gente nunca abandona aquilo que somos.
O nosso eu do presente é sempre um reflexo do nosso passado, e com certeza, eu só tenho a agradecer por cada passo que eu dei.
Entre erros e acertos, sem a minha história, eu com certeza não seria quem eu sou hoje. Um muito obrigada para a pequena Grazi, que estaria orgulhosa de quem somos hoje!
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