P/1 – Boa tarde, Antônio!
R – Boa tarde!
P/1 – Você poderia falar seu nome completo, data e local de nascimento?
R – Meu nome é Antônio (Boscain?); minha data de nascimento é 5/7/63; o local de nascimento é Carlos Barbosa.
P/1 – Carlos Barbosa?
R – Isso.
P/1 – É Rio Grande do Sul?
R – Rio Grande do Sul.
P/1 – E há quanto tempo você trabalha na companhia?
R – Mais de 11 anos. 11 anos e meio.
P/1 – E como foi que você entrou? Você entrou era Antártica?
R – Não, era Pepsi.
P/1 – Era Pepsi?
R – Isso. Aí eu comecei a trabalhar na parte da xaroparia, eu entrei como auxiliar de xaroparia e fui com o tempo exercendo outra função, que é a função que estou fazendo hoje: operador técnico.
P/1 – Você hoje é operador técnico?
R – Da xaroparia. Isso.
P/1 – O que é um operador técnico? Você pode contar pra gente?
R – Operador técnico é que faz a análise de xarope, a gente prepara pra engarrafar. A gente recebe o produto em calda então a gente prepara, conforme a produção a gente vai produzindo. A gente prepara conforme a quantidade necessária, tanto Pepsi como Antártica, todos os produtos da Ambev que a gente produz aqui.
P/1 – Aqui vocês produzem Pepsi, Guaraná Antártica...
R – A gente produz Pepsi, Guaraná Antártica, produtos Guaraná Antártica Diet, Pepsi Cola Light, Pepsi Cola Twist, tem os light, a tônica da Antártica também a gente faz aqui, a Sukita. São várias marcas, e é só refrigerante nossa empresa.
P/1 – Essa matéria-prima que vai pra xaroparia, ela vem da onde?
R – A parte de açúcar vem da refinaria de São Paulo. A gente recebe aqui e é dissolvido na quantidade conforme necessário – dissolvido na água quente - e a parte de concentrado que é a mistura do xarope simples vem de São Paulo, na _____, e a Pepsi, vem de Colônia, que também é produzido lá.
P/1 – Você cuida dessa parte?
R – Dessa parte.
P/1 – Está ali vigiando?
R –...
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P/1 – Boa tarde, Antônio!
R – Boa tarde!
P/1 – Você poderia falar seu nome completo, data e local de nascimento?
R – Meu nome é Antônio (Boscain?); minha data de nascimento é 5/7/63; o local de nascimento é Carlos Barbosa.
P/1 – Carlos Barbosa?
R – Isso.
P/1 – É Rio Grande do Sul?
R – Rio Grande do Sul.
P/1 – E há quanto tempo você trabalha na companhia?
R – Mais de 11 anos. 11 anos e meio.
P/1 – E como foi que você entrou? Você entrou era Antártica?
R – Não, era Pepsi.
P/1 – Era Pepsi?
R – Isso. Aí eu comecei a trabalhar na parte da xaroparia, eu entrei como auxiliar de xaroparia e fui com o tempo exercendo outra função, que é a função que estou fazendo hoje: operador técnico.
P/1 – Você hoje é operador técnico?
R – Da xaroparia. Isso.
P/1 – O que é um operador técnico? Você pode contar pra gente?
R – Operador técnico é que faz a análise de xarope, a gente prepara pra engarrafar. A gente recebe o produto em calda então a gente prepara, conforme a produção a gente vai produzindo. A gente prepara conforme a quantidade necessária, tanto Pepsi como Antártica, todos os produtos da Ambev que a gente produz aqui.
P/1 – Aqui vocês produzem Pepsi, Guaraná Antártica...
R – A gente produz Pepsi, Guaraná Antártica, produtos Guaraná Antártica Diet, Pepsi Cola Light, Pepsi Cola Twist, tem os light, a tônica da Antártica também a gente faz aqui, a Sukita. São várias marcas, e é só refrigerante nossa empresa.
P/1 – Essa matéria-prima que vai pra xaroparia, ela vem da onde?
R – A parte de açúcar vem da refinaria de São Paulo. A gente recebe aqui e é dissolvido na quantidade conforme necessário – dissolvido na água quente - e a parte de concentrado que é a mistura do xarope simples vem de São Paulo, na _____, e a Pepsi, vem de Colônia, que também é produzido lá.
P/1 – Você cuida dessa parte?
R – Dessa parte.
P/1 – Está ali vigiando?
R – Isso.
(RISOS)
P/1 – A Pepsi é muito forte aqui no sul?
R – Aqui no sul ela é bem aceita, ela é bastante aceita.
P/1 – Ela é o carro-chefe aqui no sul ou não?
R – Ela é o carro-chefe. No sul ela é o carro-chefe.
P/1 – Como foi pra você... Você passou por algumas mudanças dentro da companhia, como foram essas mudanças? Ambev, quando se tornou, quando a Brahma entrou mesmo com a Pepsi?
R – Antigamente era Pepsi, aí veio a Brahma, aí foram produzidos os produtos da Brahma, da linha que veio pra cá, e dali a um tempo veio a fusão com a Antártica, a Brahma fez a fusão.
P/1 – Teve muita diferença nesses momentos?
R – Teve várias mudanças, a gente foi aprendendo coisas novas. Cada ano que passava, cada troca a mudança era cada vez aparecia coisa nova, a gente foi aprendendo, aprendemos com bastante curso que a empresa deu pra se aperfeiçoar cada vez mais. E com o tempo a gente foi se aperfeiçoando cada vez mais dentro da empresa.
P/1 – A companhia incentiva muito esse desenvolvimento?
R – Ela incentiva. Ela faz um trabalho em cima, uma avaliação pros funcionários, como ele está se saindo ao longo do tempo, tem chance de ter coisa melhor lá na frente, é um incentivo, né? Incentiva, dá o apoio que é necessário em relação ao estudo também.
P/1 – As pessoas quando sabem que você trabalha na Ambev, na parte de xaroparia, elas ficam querendo saber como é feito o refrigerante? Elas ficam te perguntando?
R – Sempre tem alguém que pergunta, dentro da empresa e fora também da empresa: “Como é feito? O que vai?”, então a gente está por dentro e vai explicando.
P/1 – Elas têm essa curiosidade?
R – Curiosidade de como é feito.
P/1 – E você trabalhando na Ambev, você acha que isso é um diferencial?
R – Eu acho, é uma empresa boa, empresa grande, tem uma visão bem boa. Trabalho dentro de uma empresa multinacional, a gente se sente satisfeito por trabalhar em uma empresa grande. Muitos queriam estar trabalhando dentro de uma empresa assim.
P/1 – Antônio, me fala uma coisa, nesses anos todos de companhia que você tem, que são muitos, qual foi o seu maior desafio?
R – Nosso desafio aqui é todos os anos, no caso, depois que a Ambev veio pra cá, o negócio de meta. A empresa lida bastante meta, o desafio nosso pra ganhar prêmio de produção, então a gente está sempre em cima de desafio. A parte de elaboração de xarope com qualidade e mantendo sempre um desafio pra alcançar lá na frente algo que favorece pra nós.
P/1 – Quer dizer, o desafio é diário?
R – É diário.
P/1 – Nesse tempo também que você tem de companhia, o que mais te marcou? Teve alguma coisa que te marcou muito nessa trajetória?
R – O que marcou bastante foi na parte de premiação que a empresa dá pros funcionários, planos de saúde, assim, as condições que ela dá pro funcionário é um bom sistema de – como que se diz? – convênios, a parte de benefícios... Essa parte que...
P/1 – E quando você entrou na Pepsi já era aqui nessa fábrica?
R – Quando eu entrei aqui a ______ da fábrica estava começando, entrei dia 14/11/94, a ____ estava começando se engrenar pra começar a produção.
P/1 – De 94 pra cá, olhando hoje, você olhando pra trás, ela mudou muito tecnologicamente, produção, houve bastante mudança?
R – Houve bastante mudança sim na parte tecnológica também teve bastante evolução. Na parte de informática, foi mais informatizado. Antigamente, onde eu trabalhava, a gente não fazia parte muito da informática, então a empresa deu curso, a gente se especializou nessa área de informática, sistema de qualidade... Mudou bastante coisa.
P/1 – As máquinas são mais modernas?
R – São as mesmas máquinas de quando começou a Pepsi aqui.
P/1 – E quantos refrigerantes vocês produzem por mês ou por dia?
R – Refrigerante pronto, engarrafado, depende dos meses. Nessa época é um pouco menos a produção, mas na época forte do verão a gente produz em torno de mais de 360 mil hectolitros de bebida por mês.
P/1 – Nossa!
R – E a previsão, a cada ano que passa, é cada vez mais.
P/1 – Com tanto tempo que você tem de companhia deve ter acontecido muita coisa aqui, vocês ficam grande parte do tempo aqui dentro. Você lembra de alguma coisa que aconteceu com você ou com algum colega que tenha sido engraçada, alguma pegadinha?
R – Acontece várias coisas, mas no momento agora eu não sei dizer, mas...
P/1 – Não são censuradas?
R – Não são coisas assim, mas acontece um pouco de tudo. Dentro do setor de trabalho nosso, a gente procura trabalhar, fazer a parte teórica, fazer a parte de produção, mas sempre em um ambiente de trabalho bem contente, sempre fazendo o melhor pra se dar bem com os colegas. Não lembro agora, são tantas coisas.
P/1 – Imagino... Qual o peso que a companhia tem na sua vida?
R – O peso?
P/1 – De importância.
R – Na minha vida, no caso, ela tem confiança no trabalho que a gente faz, ela, à medida que dá confiança, nós também estamos confiantes que vamos ter emprego bom. É bom que a empresa vê que temos confiança em nós, podemos fazer a produção e não tem o que temer.
P/1 – O que você acha da companhia hoje estar resgatando essa memória dos funcionários, estar conversando com eles, estar resgatando o acervo? Você acha que isso é importante?
R – É importante pra gente. A gente vai pegando uma experiência, ela está dando um valor a mais para o funcionário.
P/1 – E a companhia é importante pra região? Pra Sapucaia?
R – Com certeza ela ajuda bastante em termos de emprego. Surgiu várias vagas, firma terceirizada, com certeza, pro município de Sapucaia, em outras partes também, isso ajuda bastante.
P/1 – Antônio, você queria deixar um recado pra companhia, pros seus colegas? Falar alguma coisa que você ache importante?
R – O que eu posso dizer é que o pessoal continue a fazer o que está fazendo hoje e fazer o melhor pra empresa pra gente cada vez mais ter o emprego mais garantido, algo maior lá na frente.
P/1 – Você queria falar alguma coisa que a gente não perguntou?
R – Está tudo bem.
P/1 – Obrigada por você ter vindo!
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