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Por: Angelo Brás Fernandes Callou, 19 de junho de 2025

Lisboa, para além dos fados

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Lisboa, para além dos fados

Lisboa, para além dos fados

Por Angelo Brás Callou

Sob o sol escaldante, como se estivesse em Afogados da Ingazeira (PE), uma das cidades mais quentes que conheci, saio da Universidade Nova de Lisboa em direção à Fundação Calouste Gulbenkian. Basta atravessar a Avenida de Berna e, praticamente, já estamos nesse complexo de arte e cultura de Portugal.

Era o caminho que percorria quando estudava na Nova nos anos idos, e ia assistir aos concertos de orquestra gratuitos no grande auditório da Fundação Calouste Gulbenkian. Mas, desta vez, foi diferente.

Revi o acervo (apenas parte dele está aberta ao público atualmente, em virtude das reformas previstas até 2026); explorei os jardins e a própria vida do idealizador da Fundação: Calouste Gulbenkian.

Sabia pouco sobre esse magnata admirador e colecionador de objetos de arte. (Observem que lancei livro e participei de mesas-redondas em seminários na Sala Calouste Gulbenkian, na Fundação Joaquim Nabuco, no Recife). O desconhecimento não é propriamente um pecado mortal, acreditem; há outros bem piores cometidos pela falta de conhecimento.

Os Gulbenkian vêm de uma família tradicional armênia de abastados comerciantes, com raízes históricas profundas ligadas a grandes propriedades feudais no Império Otomano (1299-1922). Assim nos informa o livro Calouste Sarkis Gulbenkian – O Homem e sua Obra, editado pela Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2010).

Sigo com o livro. Calouste Gulbenkian nasceu em 1869, em Uscudar, distrito de Istambul, na Turquia. Seu pai era proprietário de empresas de exploração de petróleo e representante internacional da companhia Alexandre Mantacheff no Império Otomano, empreendimento voltado ao petróleo para iluminação e aquecimento. (p. 18).

Vivendo entre o Médio Oriente e o Ocidente, Gulbenkian foi colecionando obras de arte à medida que avançava seus negócios no mundo petrolífero e político; foi nomeado conselheiro econômico e...

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