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"Meu coração, gosto de consultá-lo

Nos momentos difíceis ou ridentes,

Pois de tudo comigo ele se sente

E me admoesta nas coisas que lhe falo.

Se eu sigo seus conselhos, que regalo

Se dissinto, enganado pela mente,

Ele é terno, magnânimo e paciente,

O que me faz temer decepcioná-lo.

Quantas vezes me tem acautelado,

Quando admito tratar-se de armadilha

O que parecia dádiva do Fado.

Não sei o que seria então de mim,

Onde o frustrado às vezes tanto brilha,

Se eu não tivesse um coração assim..."

(Vidal de Freitas, Meu Pai)

Hoje, Dia dos Pais, gostaria de satisfazer um desejo antigo do meu coração, tornando pública, por mínima que seja a homenagem, um pouco da história da vida do meu pai.

José Vidal de Freitas, desembargador, poeta, escritor e poliglota (falava e escrevia fluentemente em nove línguas: português, inglês, francês, italiano, alemão, espanhol e professor de hebraico, latim e grego), membro da Academia Piauiense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico, nasceu em Oeiras, Piauí, em 15 de Novembro de 1901, filho de Sílvio Dias de Freitas e Ana Rosa Freitas. Seus pais eram abastados fazendeiros no Piauí. Aos 3 anos de idade, seu pai faleceu, deixando D. Ana Rosa com outra filha, Maria, de 1 ano e grávida de Sílvia. Como era comum acontecer naquela época, sua mãe não possuía registro de nada e os parentes próximos de meu avô ficaram com todo o patrimônio dele. Minha avó mudou-se então para Floriano, onde morava seu pai e sua madrasta, a qual perseguiu e maltratou muito D. Ana Rosa e seus filhos.

Aos 15 anos, Vidal saiu da casa do avô, indo trabalhar como aprendiz de tipógrafo. Posteriormente, quando pôde manter-se com seus próprios recursos, alugou uma casa para sua mãe e suas irmãs.

Em 1922 foi estudar no Recife, onde cursou o Seminário Batista, graduando-se em Teologia. Foi Pastor de várias Igrejas em Pernambuco, dentre elas a Primeira Igreja Batista do Recife, Primeira Igreja Batista de Gravatá e...

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