Meu nome é Eliene Rocha. Sou mestra em Linguística pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade de Brasília - UnB; formada em licenciatura em Língua Portuguesa e Inglesa com as respectivas literaturas na primeira graduação; licenciada em Língua Brasileira de Sinais-Português como Segunda Língua - LSB-PSL na segunda graduação também na Universidade de Brasília e agora cursando Pedagogia EaD na terceira graduação. Estou concluindo uma Pós-Graduação em Educação Inclusiva como foco em Educação de Surdos no Instituto Federal de Mato Grosso. Estamos caminhando para a apresentação do TCC e meu tema será EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS: PROPOSTA DIDÁTICA ACESSÍVEL EM CONTEXTO BILÍNGUE (LIBRAS/PORTUGUÊS) COM FOCO NA RECICLAGEM. Também participo do projeto de Iniciação Científica - PIBIC - AF - na Universidade de Brasília em que pesquiso o tema: Pesquisa bibliográfica voltada para a área da esquizofrenia com foco no acolhimento de familiares de pessoas Surdas que utilizam a Língua de Sinais Brasileira - Libras - diagnosticadas com esquizofrenia. Meu orientador é o professor Surdo Dr. Castro Júnior (nosso colega de curso), e, em realidade, a pessoa que me incentivou a cursar Pedagogia. Sou natural de Santarém no Estado do Pará. Tenho 58 anos completos no dia 6 de fevereiro. Sou professora de formação e também sou cuidadora e curadora do meu filho Paulo Neto diagnosticado como Esquizoafetivo que é um transtorno mental em que o padecente apresenta alucinações próprias da esquizofrenia e variação de humor. No momento ele encontra-se estável há três anos e 3 meses. Também cuido da minha mãe que é uma idosa de 84 anos. Eu sempre gostei muito de estudar e sempre gostei muito de ler. A idade nunca foi um impeditivo porque acredito que o aprendizado é um processo contínuo, que nos acompanha por toda a vida. Cada etapa traz novas perguntas, novas descobertas e novas possibilidades de...
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Meu nome é Eliene Rocha. Sou mestra em Linguística pelo Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade de Brasília - UnB; formada em licenciatura em Língua Portuguesa e Inglesa com as respectivas literaturas na primeira graduação; licenciada em Língua Brasileira de Sinais-Português como Segunda Língua - LSB-PSL na segunda graduação também na Universidade de Brasília e agora cursando Pedagogia EaD na terceira graduação. Estou concluindo uma Pós-Graduação em Educação Inclusiva como foco em Educação de Surdos no Instituto Federal de Mato Grosso. Estamos caminhando para a apresentação do TCC e meu tema será EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS: PROPOSTA DIDÁTICA ACESSÍVEL EM CONTEXTO BILÍNGUE (LIBRAS/PORTUGUÊS) COM FOCO NA RECICLAGEM. Também participo do projeto de Iniciação Científica - PIBIC - AF - na Universidade de Brasília em que pesquiso o tema: Pesquisa bibliográfica voltada para a área da esquizofrenia com foco no acolhimento de familiares de pessoas Surdas que utilizam a Língua de Sinais Brasileira - Libras - diagnosticadas com esquizofrenia. Meu orientador é o professor Surdo Dr. Castro Júnior (nosso colega de curso), e, em realidade, a pessoa que me incentivou a cursar Pedagogia. Sou natural de Santarém no Estado do Pará. Tenho 58 anos completos no dia 6 de fevereiro. Sou professora de formação e também sou cuidadora e curadora do meu filho Paulo Neto diagnosticado como Esquizoafetivo que é um transtorno mental em que o padecente apresenta alucinações próprias da esquizofrenia e variação de humor. No momento ele encontra-se estável há três anos e 3 meses. Também cuido da minha mãe que é uma idosa de 84 anos. Eu sempre gostei muito de estudar e sempre gostei muito de ler. A idade nunca foi um impeditivo porque acredito que o aprendizado é um processo contínuo, que nos acompanha por toda a vida. Cada etapa traz novas perguntas, novas descobertas e novas possibilidades de crescimento. Sempre entendi que estudar é uma forma de manter a mente viva, o olhar curioso e o coração aberto para o mundo. Por isso, sigo aprendendo, buscando me atualizar e aprofundar meus conhecimentos, com a mesma disposição de quem está apenas começando. A maturidade, ao contrário de ser um obstáculo, tornou-se uma aliada: trouxe mais sensibilidade, mais escuta e uma compreensão mais humana das relações e dos processos de aprendizagem.
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