Olá! Meu nome é Isilda Pereira Mendes e eu venho contar a parte três da minha história.
Essa experiência me fez perceber como é importante tratar as pessoas com respeito e empatia, especialmente em momentos de vulnerabilidade. A gente nunca sabe o que os outros estão passando, e um pouco de cuidado e compreensão podem fazer toda a diferença
Hoje fui para a revisão no oftalmologista depois do exame que deixou a minha vista com infecção.
Logo na recepção, você nota pelo semblante dos atendentes o carinho e o respeito pelos idosos. Isso eu não posso negar, essa equipe é muito acolhedora.
Nota-se que tentar organizar um local carente de investimento, falo isso pelo tanto de pessoas marcadas para um mesmo horário num espaço mínimo.
As vozes todas juntas formam um eco estrondoso para a placa escrita (Silêncio) e eu, com o meu olho ainda ardente, fico sensível a qualquer som. Parece que essa infecção me afetou até os ouvidos.
Às vezes a gente interpreta as pessoas pela sua feição, o cansaço pode ser confundido com cara feia e o mau humor pode vir de horas de espera, então imagina a estrutura de uma sala de espera com mais de 50 pessoas falando ao mesmo tempo, enquanto o atendente tenta explicar que é preciso silêncio, para se ouvir a chamada.
Eu sou uma das primeiras a ser atendida e fico feliz.
Um jovem médico me aguarda no fim da sala enquanto eu vou calmamente para não esbarrar nas pessoas.
Ao entrar no consultório acompanhada pelo doutor Gustavo, eu observo uma sala cheia de aparelhos oftalmológicos e vários médicos jovens dividindo esse mesmo espaço, focados nos seus pacientes e aguardando sua vez de utilizar cada aparelho específico.
Me lembrou uma sala de aula do ginásio, quando tinha matéria de laboratório.
O médico, muito simpático, o tempo todo educado.
Dá para notar que presta atenção em tudo que faz.
Mas também não notei a higienização nos aparelhos ao trocar de paciente para paciente.
Acho que...
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Olá! Meu nome é Isilda Pereira Mendes e eu venho contar a parte três da minha história.
Essa experiência me fez perceber como é importante tratar as pessoas com respeito e empatia, especialmente em momentos de vulnerabilidade. A gente nunca sabe o que os outros estão passando, e um pouco de cuidado e compreensão podem fazer toda a diferença
Hoje fui para a revisão no oftalmologista depois do exame que deixou a minha vista com infecção.
Logo na recepção, você nota pelo semblante dos atendentes o carinho e o respeito pelos idosos. Isso eu não posso negar, essa equipe é muito acolhedora.
Nota-se que tentar organizar um local carente de investimento, falo isso pelo tanto de pessoas marcadas para um mesmo horário num espaço mínimo.
As vozes todas juntas formam um eco estrondoso para a placa escrita (Silêncio) e eu, com o meu olho ainda ardente, fico sensível a qualquer som. Parece que essa infecção me afetou até os ouvidos.
Às vezes a gente interpreta as pessoas pela sua feição, o cansaço pode ser confundido com cara feia e o mau humor pode vir de horas de espera, então imagina a estrutura de uma sala de espera com mais de 50 pessoas falando ao mesmo tempo, enquanto o atendente tenta explicar que é preciso silêncio, para se ouvir a chamada.
Eu sou uma das primeiras a ser atendida e fico feliz.
Um jovem médico me aguarda no fim da sala enquanto eu vou calmamente para não esbarrar nas pessoas.
Ao entrar no consultório acompanhada pelo doutor Gustavo, eu observo uma sala cheia de aparelhos oftalmológicos e vários médicos jovens dividindo esse mesmo espaço, focados nos seus pacientes e aguardando sua vez de utilizar cada aparelho específico.
Me lembrou uma sala de aula do ginásio, quando tinha matéria de laboratório.
O médico, muito simpático, o tempo todo educado.
Dá para notar que presta atenção em tudo que faz.
Mas também não notei a higienização nos aparelhos ao trocar de paciente para paciente.
Acho que seria interessante esse cuidado, porém, eles usam a estrutura que lhes é cedida para realizar o trabalho deles.
O problema é gestacional, entretanto, a preocupação deveria ser do próprio SUS com seus pacientes que ficam aguardando meses por essa consulta.
Me pediu o relatório do que houve com meu olho, fez alguns exames e educadamente me disse que precisava chamar a chefe, especialista, provavelmente a responsável pelo setor, para uma avaliação.
Todo lugar tem o majoritário, né?!
Eu, apesar da dorzinha chata e desse lacrimejamento, estou tranquila, não adianta me estressar, quebrar nada e querer correr atrás de problemas processando ninguém.
Eu só quero enxergar melhor!
A arrogância dela ao tratar do meu problema fez-me questionar sobre isso.
Deixei ela falar as suposições dela.
Fiquei ouvindo como uma peça de dominó esperando para fechar o jogo.
Agradeço à nossa Senhora por me acalmar no meio das atribuições.
Depois que ela me avaliou, mediu e descartou.
Como se eu tivesse culpa de estar ali com dor e precisando do auxílio dela.
Assim como a genteescolhe comer um cacho de uva para degustar uma a uma.
Então, calmamente olhando para ela, percebi que estava com as mãos trêmulas, acredito que preocupada com alguma denúncia ou cobrança que eu poderia fazer diante daquela situação.
Eu disse que não estava Ali para reclamar e s para buscar uma solução médica, minha intenção não era nem voltar ali, fui por que o médico da emergência me recomendou.
Também não iria prejudicar a assistente que fez o exame de forma errada, (com certeza foi) então ela mudou o repertório e me tratou um pouco melhor, é difícil, em todos os lugares tem profissionais bons ou ruins.
O médico ficou me olhando com ar de orgulho ou talvez agradecimento, não de reprovação, continuou sendo educado e profissional.
Espero que a maioria seja assim
Ja não basta a pessoa ter um problema na visão ainda yer que lidar com certas situações que só Jesus viu
Dessa vez eu vou agradecer somente a Deus por me dar força e coragem para lidar com certas pessoas e principalmente sabedoria para usar as palavras certas no momento exato da atribuição.
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