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História

Era uma vez um gordinho orelhudo...❤️

Esta história contém:

Era uma vez um gordinho orelhudo...❤️

Era uma vez um gordinho orelhudo...❤️

Hoje eu vou escrever sobre um gordinho orelhudo, que chegou em plena pandemia, para alegrar os nossos dias...

A Serena, nossa cachorrinha havia falecido há apenas um mês. Ela tinha 17 anos. O Pedro, meu filho, ficou bem triste, pois ela foi a sua companhia durante o isolamento da pandemia. Então resolvemos comprar um cachorrinho para alegrá-lo.

O meu marido deu a ideia de comprar um buldogue francês, porque havia lido que eram extremamente carinhosos, e apropriados para ficar dentro de casa. À princípio, eu não queria. Não sabia nada sobre a raça, e não gostava das orelhas em pé que eles têm. Mas comecei a procurar para comprar.

Queríamos um cachorro pequeno, que pudesse ficar dentro de casa, e nos fazer companhia. Procurei muito, mas não conseguia encontrar o cachorrinho que queríamos.

Já tinha desistido do buldogue francês, e estava quase comprando um pug de um canil em Piracicaba, quando um vizinho nos indicou um canil de confiança em minha cidade, que criava buldogues. Creio que Deus preparou a chegada dele aqui em casa!

Entrei em contato, nesse canil não deu certo, mas eles me indicaram um de Artur Nogueira, e eu logo já entrei em contato, também. Me enviaram a foto dele. Quando vi, me apaixonei: era um buldoguinho fulvo, gordinho, do tamanho do meu pé. Combinamos a compra, e a criadora veio me entregar pessoalmente, num sábado.

Ele chegou meio assustado: tinha vomitado no caminho. Chegou com aqueles olhos grandes e as orelhinhas em pé, e já foi conquistando a todos! Chegou espertinho, meio espevitado. No primeiro dia, já armou um berreiro, quando ficou sozinho com o Pedro, no quarto. Queria ficar na sala, junto com todos. O engraçado, é que o choro dele parecia de criança. Ele não latia, mas berrava feito um bebê manhoso, dando a impressão de que iria falar... E chora assim até hoje. Minha mãe diz, que do jeito que o mundo anda, qualquer dia ele vai falar...?

Na primeira...

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Palavras-chave: pets, estimação

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