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Capítulo I

Em 1954, nasceu uma menina, na cidade de São Bento Maranhão. Dia primeiro de setembro, filha de Claudionor Campos e Joana Guimarães Campos e lhe deram o nome de Maria do Rosário de Fátima Guimarães Campos. Em homenagem a Nossa Senhora Mãe de Jesus e também uma irmã, Maria do Rosário Guimarães Vale (im- memória) que tinha o mesmo nome. E essa criatura, que vos fala, sou eu; e afirmo que cresci, em um cenário pobre com muitas dificuldades.

Os meus pais, tiveram 5 filhos, sendo; um menino e 4 meninas, onde sou a primeira na ordem de filiação. Era muito tímida, triste por me achar feia e medrosa. Tinha pavor das histórias de Curupira, assombração, homem de branco, alma penada, a procissão dos mortos, que os adultos contavam. E ia seguindo, com meus irmãos sob o comando deles, que davam as ordens, a serem cumpridas. Não tive muitos brinquedos, mas não faltava o pão de cada dia. Tive uma criação muito dura, porém honesta, com bons ensinamentos que me serviram para a vida. A luta dos meus pais, era muito grande, para não deixar faltar nada.

Contudo, ainda faltava, pois, tudo era diferente de outras casas, de outras crianças, que não sei explicar. Mas, dava a impressão, de que a vida do vizinho era mais fácil, por notar tamanha diferença. Quando cresci, pude entender a diferença econômica, entre as pessoas e a má distribuição de renda, na cidade e no país. Antes, desse entendimento sobre a vida eu quero contar sobre os acontecimentos principais, que considero importantes. Um pouco do que vi na vida.

Primeira, segunda, terceira, quarta e quinta escolas, por onde passei.

Minha infância, sem entender nada da vida, só queria brincar e brincar, ter amiguinhos e tinha dificuldades. Por vergonha dos outros me acharem saliente ou besta, e meu pai brigar, me bater ou mesmo me decepcionar perante todos. Porque tive uma infância muito dolorida, por apanhar muito em casa, para aprender a...

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